Bem-Vindos ao blog Maria Teixeira!
O objetivo desse projeto é disponibilizar
aqui informações sobre as dúvidas mais frequentes dos educadores. Quando digo
educadores, refiro-me a pais, professores, ou seja, todos aqueles que lidam com
crianças e, que acreditam que educar é muito mais do que ensinar uma disciplina
ou outra.
Podemos
tratar aqui das questões que os inquietam você e trocarmos experiências...
Vamos tratar da educação das crianças e
jovens, de como humanizá-los. Compartilho da ideia de que
Educar é humanizar,- ensinar valores; preparar para os desafios. É
acolher, respeitar, enxergar além do que se vê.
Sabe-se que desde cedo, o olhar e
o discurso do "outro" tem muita importância e, é o
que determina a estruturação psíquica do sujeito. Aquele com quem a
criança se identificará será responsável pelo o que ela será, - seus valores,
gostos, aptidões e, sobretudo, escolhas e desejos. O desejo esbarra nos
valores que é a família que tem de passar.
Como os filhos não veem com manual,
são os pais que precisam ajudá-los nas descobertas; mostrar os caminhos que
devem trilhar; apresentar-lhes as opções; aconselhá-los; respeitá-los;
importar-se com eles. Educar para que tenham sobretudo, caráter.
A Educação escolar deve privilegiar a transmissão de conhecimentos
científicos, pragmáticos, mas também reforçar os princípios morais e éticos, aqueles que
moldam o caráter que foi adquirido na família e, a formação do cidadão
conhecedor de seus direitos e deveres.
Há hoje uma grande preocupação
moral com as alterações comportamentais, e é motivo de preocupação a proliferação de diagnósticos, classificando e enquadrando as pessoas em determinados padrões. Essas preocupações morais atuais é
fruto das grandes mudanças sociais ocorridas ao longo da história humana. Tais
como, mudanças na estruturação familiar, nas relações pais e filhos, que
promoveram um entendimento de condutas diferentes por parte dos indivíduos.
Parece que os valores morais, os vínculos familiares, afetivos se
perderam, os pais estão perdendo a mão, e se perdendo na educação das crianças. A concepção de pai e mãe também não é a mesma. Em que momento isso se
perdeu? - No
momento em que os pais ficaram se preocupando demais com a questão
de não ser autoritário e, deixou de estabelecer os limites restritivos (regras
e normas) tão essenciais para a formação moral dos filhos. Ou será que agiram
assim por medo de frustrar? Ou foi por falta de tempo de observar, de escutar, de
acompanhar a formação do filho? O quadro atual mostra que foi por alguns desses
fatores ou pela maior parte deles...
A minha experiência tem me
mostrado que muitos pais sentem culpa por não estarem a maior parte do tempo
com os filhos, principalmente, quando são cobrados da escola pelos resultados
apresentados por eles. Mas, a minha experiência também tem me mostrado que mãe
demais também é prejudicial. O que importa é a qualidade do tempo quando
estiverem com eles e, não a quantidade.
A verdade é que todos clamam por mudanças sociais, comportamentais, pois, o
mundo está em desordem. Mas, isso não é amplo demais? Mudanças Sociais, cabe muito
dentro dessa hipótese. Não seria melhor iniciarmos por mudanças individuais? Vamos começar por rever e repensar as
nossas dinâmicas familiares; a escola, rever as práticas pedagógicas e, assim,
estaremos visando condutas mais adequadas e regulares em cada meio que
nos compete. Talvez, somente por esse caminho estaremos caminhando para um mudança social mais
efetiva.
Nessa direção, as discussões e contatos vão caminhar pela questão da formação humana, o desenvolvimento integral: o
cognitivo, o afetivo, o moral, o social, e o psicológico.
Disponibilizarei aqui alguns textos com provocações e algumas inquietações que
vão requerer reflexões por parte dos leitores...
As reflexões sugerem uma perspectiva psicanalítica por acreditar que não é só consciente, que há um inconsciente, que fala das marcas subjetivas em cada sujeito, e é dentro dessa linha que vamos avaliar e buscar entender a formação psíquica de cada sujeito, como cada sujeito funciona dentro de uma estrutura psicológica que já está constituída, e que requer um olhar atendo e uma escuta apurada.
@mariateixeirapsico - Instagram
www.psicopedagogamariateixeira.com.br
Bem-Vindos ao blog Maria Teixeira!
O objetivo desse projeto é disponibilizar
aqui informações sobre as dúvidas mais frequentes dos educadores. Quando digo
educadores, refiro-me a pais, professores, ou seja, todos aqueles que lidam com
crianças e, que acreditam que educar é muito mais do que ensinar uma disciplina
ou outra.
@mariateixeirapsico - Instagram
Podemos
tratar aqui das questões que os inquietam você e trocarmos experiências...
Vamos tratar da educação das crianças e
jovens, de como humanizá-los. Compartilho da ideia de que
Educar é humanizar,- ensinar valores; preparar para os desafios. É
acolher, respeitar, enxergar além do que se vê.
Sabe-se que desde cedo, o olhar e
o discurso do "outro" tem muita importância e, é o
que determina a estruturação psíquica do sujeito. Aquele com quem a
criança se identificará será responsável pelo o que ela será, - seus valores,
gostos, aptidões e, sobretudo, escolhas e desejos. O desejo esbarra nos
valores que é a família que tem de passar.
Como os filhos não veem com manual,
são os pais que precisam ajudá-los nas descobertas; mostrar os caminhos que
devem trilhar; apresentar-lhes as opções; aconselhá-los; respeitá-los;
importar-se com eles. Educar para que tenham sobretudo, caráter.
A Educação escolar deve privilegiar a transmissão de conhecimentos
científicos, pragmáticos, mas também reforçar os princípios morais e éticos, aqueles que
moldam o caráter que foi adquirido na família e, a formação do cidadão
conhecedor de seus direitos e deveres.
Há hoje uma grande preocupação
moral com as alterações comportamentais, e é motivo de preocupação a proliferação de diagnósticos, classificando e enquadrando as pessoas em determinados padrões. Essas preocupações morais atuais é
fruto das grandes mudanças sociais ocorridas ao longo da história humana. Tais
como, mudanças na estruturação familiar, nas relações pais e filhos, que
promoveram um entendimento de condutas diferentes por parte dos indivíduos.
Parece que os valores morais, os vínculos familiares, afetivos se
perderam, os pais estão perdendo a mão, e se perdendo na educação das crianças. A concepção de pai e mãe também não é a mesma. Em que momento isso se
perdeu?
- No
momento em que os pais ficaram se preocupando demais com a questão
de não ser autoritário e, deixou de estabelecer os limites restritivos (regras
e normas) tão essenciais para a formação moral dos filhos. Ou será que agiram
assim por medo de frustrar? Ou foi por falta de tempo de observar, de escutar, de
acompanhar a formação do filho? O quadro atual mostra que foi por alguns desses
fatores ou pela maior parte deles...
A minha experiência tem me
mostrado que muitos pais sentem culpa por não estarem a maior parte do tempo
com os filhos, principalmente, quando são cobrados da escola pelos resultados
apresentados por eles. Mas, a minha experiência também tem me mostrado que mãe
demais também é prejudicial. O que importa é a qualidade do tempo quando
estiverem com eles e, não a quantidade.
A verdade é que todos clamam por mudanças sociais, comportamentais, pois, o
mundo está em desordem. Mas, isso não é amplo demais? Mudanças Sociais, cabe muito
dentro dessa hipótese. Não seria melhor iniciarmos por mudanças individuais? Vamos começar por rever e repensar as
nossas dinâmicas familiares; a escola, rever as práticas pedagógicas e, assim,
estaremos visando condutas mais adequadas e regulares em cada meio que
nos compete. Talvez, somente por esse caminho estaremos caminhando para um mudança social mais
efetiva.
Nessa direção, as discussões e contatos vão caminhar pela questão da formação humana, o desenvolvimento integral: o
cognitivo, o afetivo, o moral, o social, e o psicológico.
Disponibilizarei aqui alguns textos com provocações e algumas inquietações que
vão requerer reflexões por parte dos leitores...
As reflexões sugerem uma perspectiva psicanalítica por acreditar que não é só consciente, que há um inconsciente, que fala das marcas subjetivas em cada sujeito, e é dentro dessa linha que vamos avaliar e buscar entender a formação psíquica de cada sujeito, como cada sujeito funciona dentro de uma estrutura psicológica que já está constituída, e que requer um olhar atendo e uma escuta apurada.
www.psicopedagogamariateixeira.com.br
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